quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Ele disse: "Porrada não!"













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Lula afirmou nesta terça-feira que se porrada educasse, preso saia da cadeia santo

"Quero contribuir para mudar a cara do Rio de Janeiro", afirma o presidente Lula com a proposta das obras do PAC

Felipe Menezes de Brito

Do Calango Net News

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva está realmente empolgado com a rota de desenvolvimento no país. Foi divulgado recentemente pelo Banco Central que pela primeira vez o país passa da condição de devedor para credor externo. Mas para que haja o aceleramento do país é preciso de investimento. Uma delas é o PAC (Plano de Aceleração de Crescimento) no Rio de Janeiro.

Na visita a ThyssenKrupp CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), na zona oeste do Rio, Lula afirmou que se porrada educasse, preso saia da cadeia santo. O presidente disse que durante as obras não fará uma intervenção com a polícia. Ele defendeu a posição de que o governo deve investir em serviços para combater o crime organizado.

Lula disse ainda que oportunidades e gestos de solidariedade é que geram educação nas pessoas. Mas o presidente se contradiz. Na anunciação de recursos para o PAC (julho do ano passado) a atuação do presidente foi diferente. Segundo ele, combater o crime organizado com "pétalas de rosa" não adiantava, defendendo a política de enfreitamento adotado pelo Estado, enfreitar o crime "de frente".

Na próxima semana Lula visitará com o governador do Rio, Sérgio Cabral, comunidades como o Complexo do Alemão, Manguinhos e Rocinha onde serão implementadas obras do PAC. O projeto prevê a construção de teleféricos e elevadores de transporte, bibliotecas, escolas, postos de saúde e asfaltamento.

- Vamos fazer isso porque eu quero contribuir para mudar a cara do Rio de Janeiro - disse Lula.