terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Mostrou, processou!

Reprodução da internet/YouTube.com


Felipe Menezes de Brito


Do Calango Net News

Beijou, filmou e processou! Hoje o mundo vive num cenário difícil de descrição, ou melhor, de entender. Se difamar, zombar ou coisas afins, que processe! Como diria o colunista da Folha de S. Paulo, José Simão: Buemba! Rarará!

Os avanços tecnológicos estão sendo processados por pessoas "acultas". Isso mesmo: acultas, ou serão "injustas"? Vai saber! Um casal chinês vai processar o metrô de Xangai por um vídeo "indevido" que foi parar na internet. O que aconteceu? Uma cena quente? Nada, estavam apenas se beijando. O vídeo do casal já teve 15 mil acessos em dois dias.

A cena aconteceu em setembro de 2007 e parou na internet essa semana. A operadora do metrô de Xangai prometeu investigar o "vazamento" do vídeo.

Há uma voz debochante (no fundo do vídeo) sobre o acontecimento. Há suspeitas das vozes serem dos funcionários do metrô. O rapaz "injustiçado" sente desconfortável a cada vez que anda por uma estação de metrô.

É certo afirmar que o mundo é cercado pela diversidade cultural. Principalmente relevar aos países asiáticos. A tradição cultural é aversa ao ocidente. Mas valores como este (beijo, abraço etc.) são coisas íntimas, particulares, pessoais etc. a pessoa e de sem interesse a terceiros.

Imagina se a moda pega no Brasil. O país iria falir por tanta indenização.

Confira o vídeo aqui

Filme pela web esbarra no limite da banda larga

Foto: Evelson de Freitas/AE






Revolução que Steve Jobs pretende iniciar com seu novo serviço de download de filmes deve demorar um bom tempo para chegar ao Brasil

Marili Ribeiro

Steve Jobs, o fundador e presidente da Apple, quer fazer com o cinema o mesmo que conseguiu fazer com o mercado da música: uma completa revolução. Com o lançamento, na semana passada, do novo modelo do AppleTV, aparelho que permite que filmes sejam baixados da internet e vistos diretamente na televisão, em alta resolução, a Apple pretende alcançar o mesmo efeito do iPod - o mais vendido tocador de MP3 do mundo -, que praticamente assinou a pena de morte dos CDs. Ou seja, por essa lógica, as vendas de DVDs também estariam condenadas.

Mas, pelo menos no Brasil, essa equação está longe da realidade. Por aqui, fazer o download de um filme esbarra na limitada capacidade da internet banda larga. Cerca de 95% dos assinantes de serviços de internet banda larga, segundo dados da consultoria IDC, dispõem de velocidade de no máximo 2 megabits por segundo (Mbps). O ideal seria dispor de 12 Mbps. "Estamos muito longe da realidade da Apple", diz Marcelo Bermudez, diretor de marketing da Universal Pictures Brasil, uma das companhias parceiras na entrada da Apple nesse negócio de aluguel de filmes.

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